A Liberdade Emocional da Mulher

Em que momento de sua vida você se deu conta que poderia contar seguramente consigo mesma? Isso engloba em todos os aspectos do seu cotidiano, trabalho, interações sociais, familiares, relacionamentos amorosos, etc…

Comigo ocorreu por volta dos meus 22 anos!  Na época a necessidade de preencher um certo espaço dentro do meu ser era maior do que a de atender às conveniências normalmente previstas às jovens mulheres da minha geração. Abri mão dos meus conflitos e inseguranças e me dei conta que a  força de vontade e talentos que havia em mim poderiam, de certa forma,  superar parte da minha vulnerabilidade feminina… Aprendi a acreditar cada vez mais nesses talentos e na capacidade de transformar os meus medos e angústias em desafios , cujo objetivo principal era o de alcançar a tão almejada liberdade …

A liberdade que me refiro aqui não é apenas a física, a de ir e vir, mas a que acredito que seja a mais intrínseca a todo ser humano que é a liberdade emocional. Aquele momento em que podemos assumir a nós mesmas, em sua plenitude, sem a preocupação de nunca mais nos submetermos ao crivo dos sentimentos de uma outra pessoa, como pais, irmãos, maridos, amigos ou amantes por exemplo. A liberdade emocional lhe conduz ao encontro do elo que você julgava perdido, muitas vezes pela força das circunstâncias, e, de repente, se conecta com você e como num passe de mágica, e de uma forma quase inexplicável, lhe torna forte, poderosa e capaz de administrar até sob pressão os seus sentimentos e a capacidade de se reconhecer como mulher em toda a sua essência.

Na maturidade essa sensação fica até mais libertadora, posso lhe garantir! Se você ainda não a experimentou, não se deixe curvar pelo impacto do medo ou da solidão, pois esse só nos limita e nos torna confinadas à uma uma serventia por vezes degradante de nossos melhores sentimentos por outrem, nos fazendo esquecer o significado essencial de nossa vida que é a obrigação de sermos felizes apesar de …

 

Eridam Pimentel – Blog Superarparanaopirar.wordpress.com

 

 

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Os “Sem Noção” que nasceram entre os anos de 1980 a 1993.

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Observando o comportamento dos jovens nascidos entre 1980 e 1993, percebo que se tornaram, na maioria das vezes, filhos e netos egoístas,  sem noção de generosidade para com seus pais  e avós.

Normalmente, esses jovens cursaram mais de um curso superior, são pós graduados, não trabalham, já que não pretendem se submeter a salários mais baixos, e que continuam morando com seus pais. Preferem continuar se preparando eternamente pra passarem em concursos públicos, como uma forma de permanecerem dependendo financeiramente dos mesmos e  de justificarem, com menos remorsos, essa condição de eternos estudantes.

Outros até saem da  casa de seus pais pra se casarem, constituírem família, mas continuam ocupando alguns imóveis dos pais, que poderiam estar alugados e mesmo assim não se responsabilizam nem por pagararem as taxas de serviços, condomínios e impostos inerente aos mesmos. Sem noção, né? Risos.

Tem também aqueles que se estabeleceram, conseguiram bons empregos, ótimos salários e que, ao saírem da casa de seus pais levam até a mobília de seus quartos de solteiros…  Isso ocorre normalmente entre os jovens da classe média, pasmem!

Em sua vida social, só lhes interessam a convivência com seus amigos da mesma faixa etária. Até nas cerimônias de seus casamentos, a família e os mais velhos são excluídos, com exceção dos pais, já que são eles, normalmente, que bancam financeiramente todo  o ritual dos eventos, portanto, ficaria feio deixá-los de fora… Fico imaginando quando esses pais não tiverem mais utilidade pra eles…  Mas como toda regra tem exceção, acredito que exista uma pequena fatia de jovens dessa faixa etária que não se inclui nessa minha observação. São os que costumamos chamá-los de jovens especiais… Os que respeitam, amam e reconhecem a generosidade de seus pais para com eles durante a melhor parte de suas vidas.

Eridam Pimentel – Blog Superar para não pirar – 06.09.2018.

 

GANHAR OU PERDER?

Sempre gostei de fazer parte de determinados grupos. Na Adolescência, de amigos, principalmente do sexo oposto. Risos. Me sentia mais a vontade com eles. Eram mais alegres e espontâneos… Na Juventude, com a galera da Faculdade e da Igreja que gostava de música, literatura, pintura e de teatro. Chegamos até a fazer alguns shows e exposições. Essa convivência era o que de melhor poderia desejar pra minha vida, sem muita cobrança sem muito compromisso. Ninguém era de ninguém e ao mesmo tempo éramos de todos… Isso chamávamos de amizade.

Eu já tinha 19 anos, quando me “permiti” conhecer o meu primeiro namorado, já entrando na Universidade.  Foi algo mágico! Foi também com ele o meu primeiro beijo pra valer. Digo, na boca! Daqueles que a gente guarda o gosto por toda a existência… Mas o relacionamento não durou muito. Não sei se pelo meu ” gênio forte” ou pela minha necessidade de espaço pra me situar na Vida. O mundo era enorme, bem como minha sede de conhecimento e de realizações.

A competição nunca foi o meu forte, em nenhuma área, embora a vida nos leve, constantemente, a fazermos parte de vários joguinhos… Mas sempre fui atenta aos meus combates. Principalmente os emocionais. Esses, apesar de difíceis, nunca me venceram ao ponto de eu desistir de continuar minha caminhada. Me reinvento sempre!  Meus ganhos e minhas perdas eu procuro administrá-las de uma forma tranquila, sem traumas, principalmente quando envolvem pessoas de meu relacionamento. Não me permito ser propriedade de ninguém, como também sei deixá-las partir quando elas bem o desejarem. A forma mais sábia pra que isso aconteça é optar por ficar somente com a parte boa delas… E o melhor de tudo é a certeza que outros bons relacionamentos virão e partirão, também sem alardes e sem mágoas.

 

 

Eridam Pimentel –   Agosto de 2018 – Blog Superarparanaopirar.worpress.com

Insisto em lhe Querer

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Insisto em lhe querer porque a nossa história começou antes mesmo de você ter passado por aqui.  Cada noite que adormecia era em seu sorriso que via as estrelas se esboçarem, criando assim um novo céu pra eu admirar.   E na escuridão do meu silêncio escutava atentamente o cantarolar de sua voz rouca, como a melodia de um trovão em dias chuvosos, que para muitos remete medo, mas pra mim,  uma possibilidade a mais de despertar em seus braços fortes que sempre me envolvem sem mesmo me tocar.

E essa noite,  bem sei,  nunca vai acabar até que reúna todas as condições de por aqui você passar… Não se apresse em querer correr pois você pode tropeçar, já que nossas sensações nos alcançarão antes mesmo de nos reencontrar. Pois elas são mais fortes e mais velozes que as nossas pernas, já trêmulas e fatigadas dessa longa travessia entre a morosidade do tempo e o calor dos nossos desejos que nunca há de se apagar…

 

 

Quando eu estiver louco, se afaste

DSC01991    Há que se respeitar quem sofre de depressão, distimia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar assim, mais tranquila a convivência.

Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por ter herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?

Tem uma música bonita do Skank que começa dizendo: ” Quando eu estiver triste, simplesmente me abrace/Quando eu estiver louco, subitamente se afaste/quando eu estiver fogo/suavemente se encaixe…”. A letra é poética, sem dúvida, mas é o melo do folgado. Você é obrigada a reagir conforme o humor da criatura.

Antigamente, quando uma amiga, um namorado ou um parente declarava-se uma pessoa difícil, eu relevava. Ora, estava previamente explicada a razão de o infeliz entornar o caldo, promover discussões, criar briga do nada, encasquetar com besteira. Era alguém difícil, coitado. E teve a gentileza de avisar antes.  Como não perdoar?

Já fui muito boazinha, lembro bem!

Hoje em dia, se alguém chegar perto de mim avisando-me “sou uma pessoa difícil”, desejo sorte e desapareço em três segundos. Já gastei minha cota de paciência com esses difíceis que utilizam seu temperamento infantil e autocentrado como álibi para passar por cima do sentimento dos outros feito um trator, sem ligar a mínima se estão magoando – e claro que esses “outros” são seus afetos mais íntimos, pois com amigos e conhecidos eles são uns doces, a tal “dificuldade” que lhes caracteriza some como num passe de mágica. Onde foi parar o ogro que estava aqui?

Chega-se numa etapa da vida em que ser misericordioso cansa. Se a pessoa é difícil, é porque está se levando a sério demais. Será que já não tem idade para controlar seu egocentrismo?  Se não controla, é porque não está muito interessada em investir em suas relações. Já que ficam loucos a torto e a direito, só nos resta nos afastar mesmo. E investir em pessoas alegres, educadas, divertidas e que não desperdiçam nosso tempo com draminhas repetitivos, dos quais já se conhece o final: sempre sobra pra nós, os fáceis.

 

Extraído do livro Felicidade Crônica de Martha Medeiros

 

 

 

Saudade de Você!

Tem pessoas que entram pra história de nossas vidas através de fatos e momentos notórios. Outras apenas por sua alegria, simplicidade e generosidade!

Umas nos levam muito a sério…  Já outras nos tiram do sério! Risos.

Meu pai era um pouco de tudo isso. Ninguém como ele me provocava tanta raiva, e ao mesmo tempo,  tantas rizadas… A forma de suas narrativas a respeito dos assuntos que envolviam nossa família, que é enorme e cheia de pessoas talentosas, era uma comédia! Sinto falta dele. Me deixou órfã não só de pai, mas de grandes momentos de descontração.

Agosto sempre nos traz grandes recordações. Boas ou más. De qualquer forma, quero aproveitar o dia de hoje, para mais uma vez , falar da minha saudade, que não é pouca! Continue reading “Saudade de Você!”

Simplesmente Mulheres

Simplesmente Mulheres… que encantam, que desencantam… as fortes, as menos fortes, as que lutam, as que entregam os pontos, as que se entregam, as que vão em frente, as que sabem chorar, as que nasceram para sorrir, as que já nasceram mais belas, as que aprenderam a se enfeitar, as que ainda acreditam, as que já perderam a fé, as que se apaixonam, as que fogem do amor, as que sofrem, as que provocam a dor… Enfim a todas nós mulheres, que viemos pra marcar nossa presença nesse universo de reparações, a minha homenagem, o meu carinho, minha admiração e o meu respeito..