Pode um Pássaro amar um Peixe?

 

3683c-imagens-imagens-de-passaros-voando-44a2c7

Algum dia você já parou para pensar na possibilidade de um pássaro se apaixonar por um peixe?
Já se indagou quais seriam as condições para a viabilidade dessa relação? Qual deles, na sua opinião, teria que ceder sem correr o risco de por sua cabeça a prêmio? Qual deles teria mais chances de se aventurar, de tentar o ensaio/erro diante de tantas incertezas? E consciente desses riscos, qual deles estaria mais disposto a pagar para ver? Difícil de saber, né?
Assim como acontece com o pássaro e com o peixe, acontece também com os seres humanos. O destino também se encarrega de nos pregar algumas pegadinhas, de vez em quando. No momento em que acreditamos que já vivenciamos tantas situações imprevistas, embaraçosas, sem uma mínima possibilidade de virem a ocorrer novamente, daí,num piscar de olhos, nos deparamos com situações idênticas, capazes de nos tirar o sono, o nosso chão e até mesmo o nosso fôlego, embora nos achando espertos, inteligentes,vividos,centrados…

E a questão é a mesma: quem vai pagar para ver o que acontece no futuro? Quem vai ter que amar mais, sofrer mais, ceder mais? Quem vai querer sair da sua “zona de conforto” para correr novamente o risco de “ganhar” para depois voltar a “perder”?       

Anúncios

Seis passos para você ter muito mais prazer no sexo

Conhecer o corpo do outro, saber qual é aquele ponto exato que faz tudo girar e ter um mapa mental como guia do prazer é uma habilidade desenvolvida por muito tempo e construída com muita intimidade. Mas e o seu prazer? Quantas vezes não pensamos mais no parceiro do que em nós e acabamos perdendo oportunidades maravilhosas de chegar ao orgasmo de um jeito que nunca havíamos imaginado ser possível?

Para ajudar a ter mais prazer nas relações sexuais – seja sozinha ou acompanhada – conversamos com a fisioterapeuta e educadora sexual Débora Pádua, que deu dicas importantíssimas para ter mais prazer.

Você se conhece?

Nada é mais importante do que conhecer o seu próprio corpo! “Existem regras repetitivas, mas são básicas. Primeiro a mulher precisa se conhecer, perder a vergonha de olhar no espelho, se tocar, saber como é a anatomia dela e não ter medo das sensações que ela vai sentir, só sabendo o que ela pode sentir ela é capaz de ajudar o parceiro. Isso pode ser pela masturbação apenas com as mãos ou com ajuda de vibradores”, explica.

Tire um tempo para você e conheça seu corpo sem pensar em chegar ao orgasmo, mas buscando entender como funciona a sua libido, o seu prazer e crie um mapa mental sobre você mesma. Já tentou tocar atrás do joelho? Na parte interna dos pés? Talvez você não saiba que existe um ponto mágico que pode te surpreender!

Masturbação

Mulheres não estão acostumadas a falar sobre o assunto. Ele sempre foi tabu e a gente acaba preferindo deixar de lado para não parecer “assanhada” ou algo do tipo, mas ela é a principal maneira de conhecer o corpo e maximizar o prazer.

O clitóris é responsável pelo orgasmo da maior parte das mulheres – apenas 30% das mulheres chegam ao orgasmo pela penetração -, mas ainda é um mistério para muitas de nós. Algumas reclamam que não sentem nada e outras sentem um incômodo ao tocá-lo. A dica é ser delicada e entender sua anatomia: “Cada uma tem uma forma. A mulher que tem a ponta do clitóris mais exposto pode ter mais incomodo se for tocado em cima, então os movimentos circulares que tocam a ponta depois de um tempo de excitação são mais eficazes, já que o clitóris não é só aquilo que está exposto, a parte interna é bem maior do que se pode ver”, explica Débora.

O que te dá prazer?

Tem gente que sente mais prazer nos seios do que com a penetração. Outras mulheres preferem uma massagem bem sensual. Tudo isso acontece porque o maior órgão sexual que temos é a pele. Nosso corpo inteiro tem terminações nervosas e são elas as responsáveis por levar os estímulos de prazer ao nosso cérebro.

“Cada mulher tem pontos erógenos específicos, mas não há uma regra. Isso depende de cada relação sexual. Os mamilos em algumas são mais excitantes, o pescoço e até o ânus. Depende de cada mulher. Não tem receita de bolo. Nem o que foi bom em uma relação pode ser em outra. Cada relação tem que ser feita de maneira única e as sensações também são únicas e mudam de uma pra outra. Isso sim fará a diferença”, diz a educadora sexual.

A sacada aqui é sempre ter olhos de quem está vendo o mundo pela primeira vez. Só se mantendo assim você já vai se surpreender com as sensações. Deixe o “não gosto disso” de lado um pouco e se dê o benefício da dúvida.

A melhor posição

Você já pensou que muitas das posições que escolhemos não tem nada a ver com nosso prazer, mas com uma maneira de esconder características do nosso corpo que incomodam ou oferecer ao parceiro uma vista que ele curte?

Para a mulher aumentar seu próprio prazer, o ponto mais importante é encontrar um maneira de friccionar o clitóris. “Qualquer posição que ela tenha contato clitoriano, fica mais fácil de sentir prazer. A mulher pode tocar o clitóris ou com dedos ou com o corpo do homem. Esse é o melhor jeito já que pelo clitóris ser externo ajuda muito na busca do prazer. Quando a mulher fica em cima do homem, ela pode passar o clitóris em cima do púbis (aquele ossinho mais elevado que o homem tem) e isso ajuda muito”.

O tal ponto G

Sabe aqueles mapas do tesouro com um X no meio de uma ilha deserta? É mais ou menos isso que a gente sente na busca pelo famigerado ponto G. Há especialistas que dizem que ele não existe. Outros juram que há uma maneira simples de encontrá-lo. As mulheres dividem-se entre as que nunca o encontraram, as que o amam e têm as coordenadas no GPS e aquelas que preferem nem pensar sobre o assunto.

A boa nova é que você pode procurar esse ponto sozinha e depois, quando estiver acompanhada, só direcionar o parceiro ao pote de ouro no final do arco-íris. “Quando se coloca o dedo dentro do canal vaginal você precisa imaginar como se quisesse tocar o umbigo [um toque curvo]. Nos primeiros 3 cm fica localizado a uretra e depois já começa o ponto G, mais ou menos a 4 cm do canal vaginal e ali você pode fazer pressões. Mas, é importante já estar excitada nesta hora.

Alguns estudos ainda tentam definir onde fica o ponto G e acredita-se que ele seja uma das ramificações do clitóris, então não sabemos exatamente mas os estímulos repetitivos e rítmicos podem ajudar. Existem vibradores que são específicos para o ponto G, mas tudo depende da sensibilidade da mulher, umas são mais sensíveis que outras mas todas conseguem sim ter prazer.”

Academia do sexo

Para aumentar o prazer existem até exercícios que podem ser feitos em qualquer lugar, sem que ninguém saiba. O importante nesse momento é fortalecer o assoalho pélvico, responsável por contrair a região do canal vaginal. É como uma musculação. “As mulheres podem experimentar fazer contrações na hora que sentem vontade de urinar, usando vibrador clitoriano e assim perceber as sensações diferentes. É uma forma de se exercitar e ao mesmo tempo sentir prazer.”

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/amor-e-sexo/m-trends/seis-passos-para-voce-ter-muito-mais-prazer-no-sexo

 

O que leva uma mulher a se tornar amante aos 60 anos de idade?

Hoje acordei com uma vontade enorme de escrever! Pensei: Por que não colocar algumas de minhas ponderações a respeito de mulheres que resolveram se tornar amantes em plena maturidade de seus 60 anos?  Nem todas gostam de serem chamadas assim, devido sua conotação pejorativa,   preferem namoradas, ou coisa que o valha… Risos.  Esse tema é comum? Acredito que não!   Ser amante aos 30, 35 e aos 40 anos de idade é bem   mais provável… Tudo fica mais fácil, já que a natureza sabe ser mais pródica com seus atributos físicos… Mas aos 60 é simplesmente desafiador!

E o que leva uma mulher, nessa altura da vida, a encarar um relacionamento desse suporte ?  Acredito que são muitos os motivos que servem de estímulo a uma mulher plenamente realizada emocionalmente e financeiramente, a se envolver numa nova relação amorosa, quando chega a essa etapa de sua vida.  Acredito que seja pela redescoberta de um grande amor, de uma antiga ou nova paixão, por uma vida sexual mais espontânea, sem cobranças e sem muitas expectativas, por carência afetiva, por medo de continuar sozinha, já que os filhos se foram em busca de suas conquistas, ou simplesmente pela vontade de se abrir à novas possibilidades … Por ainda acreditar num ideal de felicidade sem ter que repetir necessariamente os erros do passado, e por perceber que a vida não acaba simplesmente pelo fato de se ter perdido seu companheiro de longas datas, ou por um motivo qualquer!

A nossa sociedade está cada vez mais evoluída, menos nesse aspecto. Ela continua sem pena nem dó quando vai tratar a questão da liberdade sexual das mulheres, de um modo geral, principalmente na das mais velhas e mais independentes. Mesmo assim, de vez em quando, surge essa nova mulher aparentemente frágil e tímida, capaz e encorajada a quebrar os bloqueios do medo, do orgulho, da insegurança e do preconceito para dar passagem ao esplendor, à  beleza  e ao instinto de sua feminilidade ainda presentes nela, apesar dos seus 60 anos de idade.

Tiro o chapéu para essas destemidas mulheres, que sem se importarem com as pequenas limitações da idade física, ainda se sentem bonitas, desejadas e capazes de nutrirem e de despertarem o desejo, a paixão e o amor de um homem!